Crítica da Domideologia

UNESP-FCLAR – Doutorado em Sociologia

Abril 29, 2009 · Deixe um comentário

A Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

A UNESP, criada em 1976, resultou da incorporação dos Institutos Isolados de Ensino Superior do Estado de São Paulo, então unidades universitárias situadas em diferentes pontos do interior paulista. Abrangendo diversas áreas do conhecimento, tais unidades haviam sido criadas, em sua maior parte, em fins dos anos 50 e inícios dos anos 60.

Entre essas escolas que vieram compor a UNESP, pode-se observar, de um lado uma certa identidade. Um grupo bastante expressivo, formado por sete unidades universitárias, num conjunto de 14, ocupando amplo espaço, constituído pelas chamadas Faculdades de Filosofia, voltadas preferencialmente para a formação de professores que deveriam compor os quadros das escolas secundárias do Estado. Desse conjunto fizeram parte a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, a de Araraquara, de Franca, de Marília, de Rio Claro e de São José do Rio Preto.

Em 1969 foi instituída, na Secretaria da Educação, a Coordenadoria do Ensino Superior do Estado de São Paulo (CESESP), com a finalidade de gerir a administração daquelas escolas.

Em 1976, por determinação do então governador Paulo Egydio Martins, e de comum acordo com o Secretário da Educação, essas escolas deixaram o CESESP para assumir uma direção própria, na forma Universidade, uma autarquia submetida ao governo do Estado de São Paulo. De conformidade com a Lei 952 de 30 de janeiro de 1976, foi criada a Universidade Estadual Paulista que recebeu do governador o nome de “Júlio de Mesquita Filho”, da qual passavam a fazer parte os Institutos Isolados.

Democratização e expansão foram as bandeiras defendidas pela universidade na passagem dos anos 80 para 90. Ainda durante esse período a Universidade esteve à procura da formação de uma identidade que pudesse superar sua marca de origem, a excessiva fragmentação. Esta procura significou uma aproximação cada vez maior da Universidade com o interior do Estado de São Paulo, ao atender aos insistentes apelos das comunidades do interior, quer pela incorporação de novos espaços, como no caso da Universidade de Bauru (1987), do IMESPP (1989), ou ainda, na busca de um aprimoramento da criação de novos cursos como no caso da incorporação do IFT (1987).

Durante toda a década de 1990 a UNESP ampliou seu raio de atuação, sobretudo na forma de aumento da oferta de vagas. Mas em 2003, atendendo a numerosas solicitações e de acordo com a política do governo estadual de promover maior incremento do ensino superior público, a UNESP se expande em várias direções com a criação das então chamadas Unidades Diferenciadas, atualmente denominadas Campi Experimentais (2006).

[Fonte: História da criação da UNESP

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara, criada como Instituto Isolado Superior do Estado de São Paulo em 1957, pela Lei Estadual nº 3.842, foi autorizada a funcionar através do Decreto Federal nº 45.776, de 13 de abril de 1959, ano em que iniciou suas atividades. Integravam-na, na época, os cursos de Pedagogia e de Letras.

O Curso de Ciências Sociais teve início em 1963 por Deliberação do Conselho Estadual de Educação. Pelo Decreto Estadual de nº 44.566, de 22 de fevereiro de 1965, a Faculdade teve os seus cursos reconhecidos. Inicialmente instalada, em caráter provisório, no Grupo Escolar “João Manoel do Amaral”, no Bairro da Fonte, a então Faculdade de Filosofia foi transferida, em 1961, para o prédio do antigo Instituto de Educação “Bento de Abreu” de Araraquara, na Praça Santos Dumont, onde funcionou até 1973, data em que foi transferida para o “Câmpus” Universitário (km 1, da Rodovia Araraquara-Jaú).

A 30 de janeiro de 1976, pela Lei Estadual nº 952, era criada a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp, que reuniu os 22 Institutos Isolados do Estado de São Paulo, entre os quais a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara. A 26 de janeiro de 1977, através do Decreto Estadual nº 9.449, passou a Faculdade a denominar-se Instituto de Letras, Ciências Sociais e Educação – ILCSE e, em 22 de abril de 1989, com o novo Estatuto da UNESP, Faculdade de Ciências e Letras – FCL.

Em setembro de 1981, foi aprovada a instalação do Curso de Ciências Econômicas, cuja implantação deu-se em 1983. Em 1989 teve início o Curso de Administração Pública.

Após 45 anos de existência, a FCL conta com cinco cursos de graduação devidamente reconhecidos pelas instâncias governamentais competentes, sendo todos oferecidos em dois períodos, diurno e noturno, num total de mais de 2300 alunos matriculados.

Na Pós-Graduação são cinco Programas de alto nível, reconhecidos pelas CAPES/MEC (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), somando até 2004 mais de 800 defesas, entre teses de doutorado e dissertações de mestrado.

[Fonte: História da criação da FCLAR]

O Doutorado em Sociologia

O Programa de Pós-Graduação em Sociologia tem como missão consolidar a formação de sociólogos qualificando-os para a profissionalização na pesquisa e no ensino, com a perspectiva de contribuírem para a compreensão dos problemas sociológicos contemporâneos, com ênfase na sociedade brasileira e em sua diversidade regional. Está estruturado em quatro Linhas de Pesquisa: Cultura e Pensamento Social; Estado, instituições e políticas públicas; Gênero, etnia e saúde; Sociedade civil, trabalho e movimentos sociais.

Este Programa resulta do esforço coletivo de docentes do Departamento de Sociologia e Departamento de Antropologia, Filosofia e Ciência Política e de dois docentes do Departamento de Economia, todos da Faculdade de Ciências e Letras, UNESP, campus de Araraquara Apesar destas diferentes origens departamentais, a produção bibliográfica do Programa está centrada nas áreas da: Sociologia da Cultura e Comunicação; Sociologia da Diversidade; Sociologia dos Movimentos Sociais; Sociologia Política; Sociologia da Violência e da Segurança Pública.

Programa vinculado à Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais, (ANPOCS) e recomendado pela CAPES, com nota 5.0, desde a avaliação de 1999.

O Programa de Pós-Graduação em Sociologia surgiu há 27 anos – criado pelos, então, docentes do Departamento de Sociologia, da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP/Araraquara – com duas grandes áreas de concentração: Sociologia Rural e Sociologia Urbana. Até meados de 2001 a área de Sociologia Rural foi responsável por 34% da produção das dissertações e 23% das teses do Programa. Esta situação mudou paulatinamente com a saída de inúmeros docentes e pesquisador(a)s desta área e o Programa passou a atuar na área geral de Sociologia, diversificando suas linhas de pesquisa, de acordo com a produção de seus integrantes. De 2001 a 2008 o Programa passou de suas tradicionais Linhas de Pesquisa (Agricultura, Industrialização no Brasil; Classes e Movimentos Sociais; Cultura e Ideologia; Estado, Desenvolvimento e Políticas Públicas; Família, Relações de Gênero e Saúde) para quatro Linhas de Pesquisa, entre as quais, observa-se tanto uma continuidade temática, como a inserção de novas questões sociológicas.

Lista dos Docentes com seus CV Lattes

[Fonte: Apresentação do Programa de Pós-Graduação em Sociologia]

A seleção para o Doutorado 2009

Com uma trajetória universitária interessante, passando por Natal / RN nas graduações (bacharelado e licenciatura), o Augusto faz parte agora do novo corpo discinte da UNESP-FCLAR. A UNESP, que está entre as 500 melhores Universidades do mundo, é a sua nova casa do saber. Continua a sua luta para afirmar as suas idéias (que, obviamente, como já foi dito neste blog, não são “suas”, apesar de muit@s pensarem que são, @s mesm@s que têm seus castelos de ficção de saber) em um clima universitário apaixonante. A orientação de sua pesquisa sobre o amor agora também com a crítica do pensamento de Jacques Lacan será conduzida pela Professora Doutora Lucila Scavone, que é uma das principais intelectuais feministas no Brasil.

SELEÇÃO DE DOUTORADO 2009 – LISTA CLASSIFICATÓRIA

Categorias: Crítica da Universidade

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