No SESC-SP Consolação, haverá a peça Viver sem tempos mortos, sobre a história de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, entre 23/05 e 28/06 (da quinta-feira ao domingo). De Beauvoir foi uma filósofa feminista muito importante para a França e para o mundo, assim como Sartre. A concepção e a interpretação são de Fernanda Montenegro. Os ingressos se esgotam rapidamente. Já temos presença no dia 13/06 junto com as estudantes dos estudos de gênero da UNESP-FCLAR, mas uma estréia sempre é bem-vinda – quem sabe?
No dia 15 de maio deste ano (2008), lançamos o nosso livro O amor em mal-estar: a insustentável leveza da domideologia na Casa das Rosas da cidade de São Paulo, um dos lugares mais bonitos para realizar uma cerimônia de lançamento. Eis a nossa fala na cerimônia:
Não é mero acaso o que conquistamos. Contamos com a colaboração de muitas pessoas, principalmente os nossos amigos, familiares e professores.
Nossos agradecimentos para:
A Casa das Rosas, a Associação Paulista dos Amigos da Arte e as maravilhosas pessoas que as mantém com o trabalho poético empolgante. A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Governo do Estado de São Paulo, que são responsáveis pela iniciativa da Casa das Rosas.
A UFRN e o CNPq, instituições que receberam e financiaram a pesquisa. O DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) pela bolsa Winterkurs, que me ajudou no alemão de Freud e permitiu visitas nos museus de Freud em Viena e em Londres.
A Booklink Publicações e o Editor Glauco de Oliveira, que ajudam os escritores que não querem se submeter a um mercado editorial desumano. Não era Voltaire que publicava os seus próprios livros (como muitos franceses da época)? Seriam aceitos em uma Editora Só Quero Dinheiro? Vejam (e contribuam com) a Coleção Diversidade da Booklink, organizada pelo teórico Solimar Oliveira Lima (Homossexualidades sem fronteiras 1 e 2, e Aids e seus desnudamentos)
O Francisco Santinho, que foi o diagramador e artista do trabalho da capa e de toda a divulgação do lançamento. O Chico, como o chamamos carinhosamente, é um amigo e brilhante artista, produzindo as mais belas peças gráficas com uma sensibilidade inesgotável. É claro, ele faz também por prazer. Quem estiver interessad@ (interessada ou interessado, por isso o “@”) em capas de livros e outras artes, pode entrar em contato conosco pelo e-mail domideologia@gmail.com, que o repassamos para o Chico. O desenho com o qual o Chico trabalhou se chama Les amants (Os amantes), de autoria do Alberto Lamback, artista plástico de grande talento formado na escola francesa e estudando agora em Londres, e um amigo que acolheu o Augusto quando estava precisando.
A Cláudia da Costa Melo, revisora de português e uma amiga que também nos acolheu quando precisávamos. Se houver interessados em revisão, por favor, envie-nos um e-mail.
O professor Alípio de Sousa Filho – um brilhante teórico contemporâneo que pensa à luz do ano 68 na prática –, que sempre incentivou a produção autônoma e independente, e a professora Lore Fortes, excelente pesquisadora e uma amiga querida – ela me deu uma moedinha para dar sorte em uma viagem que fiz; essa moeda me ajuda até hoje, pois é uma significante parte da minha sorte e felicidade.
A professora Sônia Maluf, pelas excelentes aulas sobre o feminismo e sobre Judith Butler, que é uma referência importante da nossa pesquisa, e a professora Maria do Socorro de Oliveira, pela leitura e contribuição com a pesquisa; ainda, a professora Viviane Herbele, pela generosidade de ceder algumas referências para xerox, principalmente de Bourdieu.
A Arlete Prade (mãe do Augusto), pela leitura do texto da dissertação, que virou livro. Obrigad@, querida.
A Ana e seu companheiro Jack (irmã e cunhado do Augusto), que sempre nos acolhe para o que precisamos. Aos nossos familiares queridos, que são uns fofos e nos ajudam a crescer.
A Rosa Maria de Oliveira, uma amiga querida que enviou muitos textos. Ela está concluindo uma pesquisa belíssima, uma excelente contribuição para a ciência humana. Em breve, ela divulgará a sua pesquisa, a qual estamos ansiosos por ler.
A Nadja Paiva, pela sua ajuda com as referências de Freud.
O Bruno Merini, pela compra de livros lá dos EUA, que na época nem sabíamos como comprar.
As jornalistas Jô Laps e Carol Passos pelo incentivo.
A tod@s (todas e todos) que contribuíram indiretamente para a realização da nossa pesquisa, nossos profundos agradecimentos.
Sem vocês tod@s, não seria possível realizá-la e muito menos continuar vivendo.
Estamos muito felizes de poder dizer que o nosso blog Crítica da Domideologia será comemorado no dia 14 de novembro de 2008. É um tipo de inauguração, motivo para dizer e divulgar: ele está “no ar”. É muito gratificante ver o nosso trabalho materializado em um blog, que aqui é um espaço crítico dos discursos da cultura e, principalmente, crítico das homofobias/misoginias/racismos.
Devemos brindar – escolhemos um lugar maravilhoso para comemorarmos! Tod@s estão convidad@s para comemorar conosco e com muita alegria no dia 14 de novembro, às 21h, no SESC Pompéia (São Paulo/SP), durante o Festival Mix Music, que é parte do Festival Mix Brasil de Cinema. É uma festa LGBT que alegrará a noite paulistana, e particularmente a nossa, na sexta-feira (14/11).
No Festival Mix Music, haverá a participação de Rita Ribeiro, Maria Alcina, a paraguaia Perla, Márvio (vocalista da banda Cabaret) e Tatá Aeroplano (vocalista do Cérebro Eletrônico), acompanhados por uma Big Band de músicos da cena independente nacional: Astronauta Pingüim nos teclados e direção musical, Alexandre Kanashiro (The Gasolines) na guitarra, Geórgia Branco (As Mercenárias e Wander Wildner) no baixo e Clayton Martim (Cidadão Instigado).
E no dia 15 de novembro, traremos um post especial para o blog, aguardem.
Começa, no dia 12 de novembro em São Paulo, o 16º Festival de Cinema e Vídeo Mix Brasil, organizado pela Associação Cultural Mix Brasil, e depois segue em turnê para Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte até o dia 19 de dezembro.
O Festival traz mais uma vez obras que abordam temas relacionados à diversidade sexual. Criado em 1993, o Mix Brasil é o maior fórum de cinema GLBT da América Latina e uma das mais importantes vitrines para produções alternativas no Brasil. Nesse ano, o festival bateu seu recorde na seleção de filmes brasileiros. Ao todo, são 51 produções de todo o território nacional. Na Mostra Competitiva Brasil participam 20 curtas-metragens. Esses filmes serão avaliados por um júri internacional composto por programadores de festivais no Uruguai, Espanha, Israel, Brasil e Alemanha. O Panorama Internacional, seção do evento dedicada à exibição de novos longas-metragens que estão circulando em festivais internacionais de cinema e no circuito GLBT, apresenta, nessa edição, uma significativa seleção de documentários que tem como tema acontecimentos e personagens que contribuíram para a construção de um histórico da cultura gay.
Alguns destaques:
Bonecas (Pusinky, República Tcheca, 2007)
O Mundo Virou Lés (I Can´t Think Straight, Índia, 2007)
Love my Life (Japão, 2006)
Pelada com Véu (Football Undercover, Alemanha, 2008)
E no dia 14 de novembro, no SESC Pompéia acontece o Festival Mix Music, parte do festival MixBrasil de Cinema, com vários cantores, de gerações diferentes, para apresentar clássicos imortalizados da Música Popular Brasileira. Haverá a participação de Rita Ribeiro, Maria Alcina, a paraguaia Perla, Márvio (vocalista da banda Cabaret) e Tatá Aeroplano (vocalista do Cérebro Eletrônico), acompanhados por uma Big Band de músicos da cena independente nacional: Astronauta Pingüim nos teclados e direção musical, Alexandre Kanashiro (The Gasolines) na guitarra, Geórgia Branco (As Mercenárias e Wander Wildner) no baixo e Clayton Martim (Cidadão Instigado).
Em breve, a programação completa do festival estará disponível no site: www.mixbrasil.org.br
"Por definição, vida intelectual e recusa a assumir idéias não combinam. Esse, aliás, é um traço distintivo entre os verdadeiros intelectuais e aqueles letrados que não precisam, não podem ou não querem mostrar, à luz do dia, o que pensam"
Milton Santos
Livro on-line
O nosso livro está quase integralmente disponível no Google Books para consulta. Clique na figura abaixo e vá direto para a página do Google Books.
Você pode comprá-lo por R$ 32, 00 na Editora Booklink. Muito obrigad@.
Quem somos
Bem-vind@ à Crítica da Domideologia. É um blog com o objetivo de postar semanalmente textos críticos da cultura oriundos de outros blogs, de referências que se pretendem públicas e de nossas reflexões atuais. Somos Laurisa Alves, Relações Públicas (UNESP); e Augusto Francisco, Sociólogo (UFRN); críticos dos discursos domideológicos da cultura. Obrigad@ pela visita.
O que é domideologia?
A domideologia é a dominação e a ideologia no processo de impor e naturalizar a cultura. Não há dominação sem ideologia assim como não há ideologia sem dominação, mas uma não é a outra. A dominação precisa da ideologia para impor a cultura e a ideologia precisa da dominação para naturalizar a cultura. Assim, domi(nação)+(i)deologia (domideologia) é a necessidade de repetir da cultura. A única autonomia do sujeito atual é criticar repetidamente essa necessidade para que o repetir não aconteça mais necessariamente.
O entendimento da "domideologia" está principalmente no artigo Por uma teoria construcionista crítica no número de lançamento da Revista Bagoas - estudos gays e no livro Medos, mitos e castigos (Cortez), ambos do prof. Alípio de Sousa, no livro Bodies that matter (Routledge), da profa. Judith Butler, e sintetizado no nosso livro O amor em mal-estar (Booklink). Outras referências são: Michel Foucault, Pierre Bourdieu, Eric Santner, Kaja Silverman e Sigmund Freud. O artigo Por uma teoria construcionista crítica encontra-se abaixo, em REVISTAS CIENTÍFICAS (Bagoas - revista de estudos gays: gêneros e sexualidades).
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